Termotécnica Para-raios investe em projetos com SPDA Estrutural

Termotécnica Para-raios investe em projetos com SPDA Estrutural

Desde 1974 no mercado, a Termotécnica Para-raios, empresa mineira com sede em Belo Horizonte, atua no segmento de SPDA (Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas). Seu portfólio contempla desde a fabricação e revenda de equipamentos até o fornecimento de projetos de engenharia, consultoria e treinamentos, em conformidade com a norma NBR5419. A empresa desenvolve continuamente produtos de alta tecnologia para SPDA Estrutural e Externo. Normando Alves, diretor de Engenharia da empresa, afirma que a proteção contra raios diretos nas edificações consiste, basicamente, na instalação de condutores metálicos envolvendo a edificação, sendo constituída pelos subsistemas de captação (que recebem a descarga), de descidas (conduzem a descarga até o solo), de aterramento (dissipam a descarga no solo) e de equipotencialização (reduzem os riscos de centelhamento e suas consequências).

Desde 1974 no mercado, a Termotécnica Para-raios, empresa mineira com sede em Belo Horizonte, atua no segmento de SPDA (Sistemas de Proteção contra Descargas Atmosféricas). Seu portfólio contempla desde a fabricação e revenda de equipamentos até o fornecimento de projetos de engenharia, consultoria e treinamentos, em conformidade com a norma NBR5419. A empresa desenvolve continuamente produtos de alta tecnologia para SPDA Estrutural e Externo. Normando Alves, diretor de Engenharia da empresa, afirma que a proteção contra raios diretos nas edificações consiste, basicamente, na instalação de condutores metálicos envolvendo a edificação, sendo constituída pelos subsistemas de captação (que recebem a descarga), de descidas (conduzem a descarga até o solo), de aterramento (dissipam a descarga no solo) e de equipotencialização (reduzem os riscos de centelhamento e suas consequências).

Segundo o engenheiro, quando se instala um SPDA externo, caso das edificações prontas, é necessário o projetista ficar atento aos detalhes arquitetônicos para escolher os melhores locais para posicionar os condutores de descida e anéis de cintamento horizontal. “Além de segurança, há um ganho estético para a fachada das edificações e também possui a melhor relação entre custo e benefício, se comparado com o sistema externo”, explica.

Segundo o engenheiro, quando se instala um SPDA externo, caso das edificaçõNo prédio residencial, Alves conta que realizou uma análise de risco da segunda parte da norma NBR5419/2015, em que ficou evidenciado a necessidade do SPDA e DPS. O próximo passo foi realizar os testes de continuidade da estrutura, checando se as ferragens do concreto armado eram ou não contínuas para, assim, decidir qual tipo de SPDA seria projetado. “Foi necessário acessar as ferragens dos pilares de concreto. O primeiro problema foi a ausência do projeto estrutural, pois o prédio possui 40 anos e ninguém sequer sabia da existência dele. A saída foi fazer uma análise e tentar deduzir onde os pilares estruturais deveriam estar, quebrar o reboco e torcer para estarmos certos”, lembra.

Alves destaca que o maior problema ainda não estava na quebradeira, mas sim em ter que enfrentar o mau humor, a falta de cooperação e educação de alguns proprietários e inquilinos. “Tivemos que achar uma solução técnica e, para tal, fazer alguns sacrifícios. Um exemplo foi os moradores da cobertura, que não permitiram o acesso aos apartamentos para fazermos a investigação e tentar descobrir onde estavam os pilares estruturais”, diz. Sendo assim, Alves descreve que fez os testes de continuidade em outros lugares. “Era mais difícil, mas trabalhamos com o que tínhamos em mãos”, afirma.

Segundo Alves, no prédio comercial a solução foi mais tranquila. ”Apesar de todo o transtorno, os usuários permitiram que acessássemos as salas para descobrir as ferragens. Projetamos um subsistema de captação pelo método das malhas interligadas nos pilares, que foram ensaiados e deram resultado positivo. Como o síndico conseguiu a colaboração dos usuários para que as pequenas obras fossem feitas em suas lojas, uma consequência direta foi a diminuição no custo do SPDA, a melhora na acessibilidade, além de ser mais eficiente”, comenta.

Alves reforça que a execução dos projetos destacados foi uma tentativa para usar as ferragens como elementos naturais do SPDA, apesar de não existir uma garantia da validação da estrutura. “Caso não exista a continuidade garantida, o teste terá que ser abortado e o projeto será direcionado para um SPDA externo, com todos os problemas e transtornos que esse tipo de instalação acarreta”, pontua.

Em média 85% dos ensaios que a área de engenharia da Termotécnica Para-raios realiza tem tido resultados positivos, tendo as estruturas validadas e com menores riscos. “Na validação, é essencial verificarmos se o prédio tem acima de 60m de altura e lembrar que a norma tem uma exigência específica para esse tipo de construção, por causa da extensão de captação do topo se estender para as fachadas em pelo menos 20% do total da altura”, finaliza Alves.

PRINCIPAIS VANTAGENS DO SPDA ESTRUTURAL:

✔ Economia

✔ Ganho estético

✔ Fácil identificação junto às ferragens (durante a construção da estrutura)

✔ Praticidade na instalação

✔ Acabamento de qualidade

✔ Melhor desempenho

✔ Garantia de continuidade elétrica quando instalado corretamente

✔ Baixo custo de manutenção uma vez que as REBARS são instaladas dentro dos pilares

✔ Baixo risco de vandalismo ou furto, uma vez que a maioria do SPDA está dentro da estrutura.

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